A Rodrigues Alves Advogados atua há mais de 30 anos na defesa e assessoria jurídica de profissionais e instituições de saúde. Atuamos de forma preventiva, com contratos, compliance e treinamento, e de forma contenciosa, com defesa em processos cíveis, penais e éticos.
O número de processos judiciais contra médicos cresceu de forma consistente nos últimos anos. Segundo o Conselho Federal de Medicina, o Brasil acumula mais de 573 mil processos envolvendo profissionais de saúde, com média de 1,02 processo por médico ao longo da carreira.
Em 2024, o Conselho Nacional de Justiça registrou 657 mil novas ações judiciais na área da saúde. Esse crescimento reflete maior acesso à justiça, maior consciência dos pacientes e a fragilidade jurídica de muitos profissionais sem contratos adequados, documentação clínica robusta e assessoria preventiva.
Ações por responsabilidade civil médica são o principal vetor de demandas, especialmente em ginecologia, cirurgia plástica, clínica médica e pediatria. A defesa depende de prontuário completo, prova pericial e estratégia baseada em evidências científicas.
Processos éticos perante o CRM têm aumentado. As sanções vão de advertência confidencial à cassação do registro, por isso a atuação desde a sindicância é determinante.
Outros riscos relevantes incluem inadequação à LGPD, contratos médicos inexistentes ou mal redigidos, conflitos com planos de saúde e irregularidades junto à ANVISA e à ANS.
Direito médico é o ramo do direito que regula as relações jurídicas entre profissionais de saúde, pacientes, clínicas, hospitais, planos de saúde e órgãos reguladores. Abrange responsabilidade civil e penal do médico, processos éticos no CRM, contratos de prestação de serviços médicos, direito sanitário, compliance em saúde e proteção de dados de pacientes.
No Brasil, o direito médico se apoia no Código Civil, Código de Defesa do Consumidor, Código de Ética Médica, LGPD, Lei dos Planos de Saúde e resoluções da ANVISA, ANS e CFM.
A responsabilidade civil médica é, em regra, subjetiva. O médico responde quando age com negligência, imprudência ou imperícia. Atuamos em ações cíveis e penais, com análise de prontuário, prova pericial e estratégia baseada em evidências.
O processo ético pode ser iniciado por paciente, familiar ou outro profissional. Acompanhamos sindicância, defesa prévia, instrução, audiências, recursos e julgamento.
Elaboração e revisão de contratos de prestação de serviços médicos, constituição de clínicas, acordos entre sócios, contratos de credenciamento e Termos de Consentimento Informado.
Mapeamento de dados sensíveis, revisão de contratos com fornecedores, política de privacidade, consentimento para tratamento e plano de resposta a incidentes.
Assessoria regulatória junto à ANVISA, ANS e vigilâncias sanitárias, incluindo licenciamento, regularização de equipamentos, autos de infração e conformidade com resoluções do CFM.
Atuação em glosamentos indevidos, descredenciamento arbitrário, atrasos em repasses e descumprimento contratual, por negociação direta, ANS ou processo judicial.
Orientação sobre plataformas seguras, prontuário eletrônico, identificação do paciente, documentação das consultas e emissão regular de receitas digitais.
A assessoria jurídica preventiva reduz a ocorrência de demandas judiciais e melhora a posição do profissional quando o conflito já existe.
É a obrigação de indenizar danos causados ao paciente por erro de diagnóstico, conduta inadequada ou omissão de informação relevante. A defesa se baseia no prontuário, na perícia e na demonstração de que o profissional adotou as condutas adequadas.
Hospitais e clínicas podem responder objetivamente por danos causados em suas dependências. Contratos, protocolos internos e gestão do vínculo com profissionais são essenciais para reduzir o risco institucional.
O TCLE deve explicar, em linguagem acessível, o procedimento, riscos relevantes, benefícios, alternativas terapêuticas e consequências da recusa. Deve ser personalizado, assinado antes do ato e arquivado no prontuário.
O processo passa por sindicância, instauração formal, instrução, defesa, audiência e julgamento. Atuar desde a sindicância é fundamental porque essa fase condiciona o processo principal.
Sim. Clínicas, consultórios e hospitais tratam dados sensíveis de saúde. A adequação envolve mapeamento de dados, contratos com fornecedores, políticas, bases legais e gestão de incidentes.
A telemedicina deve observar a Resolução CFM 2.314/2022, com plataforma segura, prontuário eletrônico completo, identificação do paciente e emissão regular de documentos digitais.
A Rodrigues Alves Advogados atende médicos, clínicas e hospitais em todo o Brasil, com atendimento presencial em Curitiba e por videoconferência.